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Receio é que corte gastos e aumento de impostos limitem crescimento de alguns países da zona do euro
- As Bolsas Europeias operavam em que nesta sexta-feira, 14, com especulações de que o plano de austeridade fiscal em alguns países na zona do euro possa limitar o crescimento da economia.
Às 8h (horário de Brasília), o índice FTSE 100 da Bolsa de Londres recuava 1,1%, enquanto Frankfurt e Paris operavam em queda de 0,6% e 1,9%, respectivamente.
O euro caía para US$ 1,2445 na mínima, o menor nível em 18 meses, batendo o resultado anterior atingido na véspera, quando chegou a ser cotado a US$ 1,2520.
Ouro renova recorde com temor de inflação e queda do euro
O ouro atingiu novo recorde no mercado à vista e futuro, com investidores em busca de hedge contra a queda do euro e contra o risco de inflação trazido pelos planos de austeridade na Europa.
Às 8h09 (de Brasília), o ouro spot operava em US$ 1.246,77 a onça-troy, alta de 0,90%, após atingir US$ 1.249,65 na máxima intraday recorde esta manhã. No mercado futuro, o ouro para julho subia 1,40% para US$ 1.246,50 a onça-troy, após ter atingido o recorde intraday de US$ 1.249,70 a onça-troy.
"O ouro comporta-se mais como uma moeda em períodos de incerteza econômica e mais como commodity em períodos de estabilidade", disse o analista Cailey Barker, da Numis Securities. "Agora, está atuando como uma moeda alternativa".
Ele prevê que o ouro opere acima de US$ 1.300,00 a onça-troy no atual rali, mas pondera que o período de junho a agosto é tradicionalmente fraco para o ouro, portanto, o metal deve seguir na margem entre US$ 1.100,00 a onça-troy a US$ 1.300,00 a onça-troy nos próximos meses.
(Com Agências Internacionais e Agência Estado)
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