11.12.11
Governo deve ampliar exigência de nacionalização para frear ainda mais a entrada de importados
28.8.11
Brasil atrai US$ 5 bi em investimentos de montadoras
Com isso, o número de fábricas em construção ou em projetos no Brasil iguala ao da China e poderia aumentar com a chegada de outras marcas interessadas em instalarem-se no país, como a alemã BMW, apontou o jornal "O Estado de S.Paulo" neste domingo.
Com os investimentos, a capacidade anual de 5 milhões de veículos produzidos aumentará até 2014 em 16% e vai gerar 14 mil empregos diretos.
Com total de 26 plantas de produção de 19 marcas, o Brasil é o quinto país no mundo com o maior número de fábricas de automóveis em operação.
As nove fábricas em construção pertencem à italiana Fiat, com investimento de US$ 2,3 bilhões; a sul-coreana Hyundai (US$ 600 milhões), as chinesas JAC (US$ 600 milhões) e Chery (US$ 400 milhões) e as japonesas Toyota (US$ 600 milhões), Suzuki (US$ 60 milhões) e a Nissan, que não divulgou o aporte de investimento previsto.
As duas unidades de montagem restantes são frutos de associação com a chinesa Lifan e a uruguaia Effa, com investimentos de US$ 100 milhões cada uma.
fonte: http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2011/08/28/brasil-atrai-us-5-bi-em-investimentos-de-montadoras.jhtm
1.8.11
Mercadante prevê Natal do tablet e promete produto mais barato
A partir de setembro devem chegar ao mercado brasileiro os primeiros tablets
Mercadante calcula que os tablets
Nove empresas já se inscreveram para produzir tablets no Brasil com incentivo fiscal (Samsung, Positivo, Motorola, Envision, AIOX, Semp Toshiba, LG, MXT e Sanmina-SCI) e mais seis estão com pedido em análise técnica (Itautec, Foxconn, Teikon Tecnologia, Compalead, Ilha Service e Leadership).
Segundo o ministro, o Brasil é o sétimo mercado para computadores e pode ser ainda mais atraente com a inclusão digital na educação. “Queremos levar [o tablet] para a escola pública e fazer como outros países já estão fazendo. Taiwan já acabou com o livro didático, só tem livro na biblioteca. O aluno lê toda a bibliografia por meio do tablet que também é um caderno eletrônico. A Coreia, em dois anos, não terá livro didático. É o próximo passo do nosso projeto”, disse Mercadante que semana passada esteve no Uruguai onde todos os alunos da rede pública têm um microcomputador portátil e todas as escolas têm acesso à internet.