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18.4.13

Copom cede e aumenta a Selic em 0,25 ponto porcentual

Com a decisão, a taxa de juros passa a 7,5% ao ano. Trata-se da primeira alta desde julho de 2011

Alexandre Tombini, presidente do Banco Central
Tombini: desta vez, Dilma e Mantega deixaram que ele trabalhasse (Ueslei Marcelino/Reuters)
 
O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) aumentou para 7,5% a taxa básica de juros (Selic) nesta quarta-feira, sem viés. O aumento de 0,25 ponto porcentual (p.p.) é o primeiro desde julho de 2011 - quando o BC subiu pela última vez os juros, antes de iniciar uma trajetória inédita de cortes. De lá pra cá, a Selic passou de 12,5% para 7,25%, antes do aumento desta quarta.
No comunicado que acompanhou a decisão, o BC reconheceu que a inflação já constitui um risco para a economia. "O Comitê avalia que o nível elevado da inflação e a dispersão de aumentos de preços, entre outros fatores, contribuem para que a inflação mostre resistência e ensejam uma resposta da política monetária. Por outro lado, o Copom pondera que incertezas internas e, principalmente, externas cercam o cenário prospectivo para a inflação e recomendam que a política monetária seja administrada com cautela", informou o BC.
Votaram pela elevação os seguintes membros do Comitê: Alexandre Antonio Tombini (Presidente), Altamir Lopes, Anthero de Moraes Meirelles, Carlos Hamilton Vasconcelos Araújo, Luiz Edson Feltrim e Sidnei Corrêa Marques. Já os diretores Aldo Luiz Mendes e Luiz Awazu Pereira da Silva votaram pela manutenção da Selic no patamar de 7,25%.
Analistas ouvidos pelo site de VEJA esperavam uma elevação de, pelo menos, 0,25 ponto percentual nos juros, numa tentativa de conter, sobretudo, a inflação de 2014. Para 2013, é consenso entre os economistas entrevistados que os juros já não são mais eficazes, pois demoram de 6 a 9 meses para começar a surtir efeito na economia. No entanto, a decisão de hoje é um primeiro passo para que o BC recupere parte de sua capacidade de ancorar expectativas. 
Segundo comunicado do banco Goldman Sachs enviado após o anúncio do BC, a ênfase da nota da autoridade monetária em acompanhar as incertezas externas com cautela mostra que a subida dos juros será lenta e gradual. O banco espera que a Selic termine o ano a 8,75%, no máximo. "A gestão de Dilma está firme em manter os juros dentro do piso de 8,75% alcançado ao longo do governo Lula. Mais do que guiar a inflação ao centro da meta de 4,5%, o BC simplesmente quer ancorar as expectativas do mercado e melhorar a percepção de que a inflação terminará o ano abaixo do nível de 2012, que foi de 5,8%", afirmou o economista do banco, Alberto Ramos.
Desde que o regime de metas foi criado, em 1999, a taxa básica de juros é o instrumento primordial usado no controle inflacionário. Quando a Selic sobe, impacta diretamente no custo do dinheiro e os juros bancários sobem - causando um esfriamento da atividade econômica e, consequentemente, do consumo. A demanda por bens e serviços cai porque há menos pessoas e empresas consumindo - com isso, os preços tendem a cair também.
Procrastinação - Tanto o BC quanto o governo postergaram ao máximo a decisão de subir a taxa de juros, na esperança de que os preços pudessem ceder devido à conjuntura externa. Contudo, os dados de março mostraram justamente o contrário. Não só a inflação oficial ultrapassou a meta de 6,5% em 12 meses, como a inflação do setor de serviços chegou a inacreditáveis 8,37% no mesmo período. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação dos mais pobres, acumula alta de 7,22% em 12 meses, e a de março foi pior - de 0,60%.
A presidente Dilma Rousseff esbravejou, no início da semana, afirmando que as críticas a seu governo no que se refere ao controle inflacionário são de autoria dos "pessimistas de plantão", que, segundo ela, não reconhecem as benfeitorias na economia ao longo dos últimos anos. A presidente tentou, no caso, culpar o mensageiro pela mensagem pouco otimista - em vez de dizer o que será feito para conter a alta dos preços. Apenas reiterou que não será por meio da Selic alta que a inflação será contida. Dilma foi enfática ao afirmar que os juros "jamais voltarão aos patamares de antes", e que devem flutuar em torno da mínima de 7,25%.   
O tema passou a preocupar a população devido a um componente que pouco interfere no IPCA, mas que subiu mais de 120% nos últimos 12 meses: o tomate. No varejo, o quilo do fruto chegou a custar mais de 10 reais nas últimas semanas. "O tomate é a manifestação de um problema que vinha sendo alardeado pela unanimidade dos economistas e que o consumidor começou a sentir no bolso agora", diz Marcelo Fonseca, economista da gestora M&Safra. “O aumento dos juros agora não vai ser para acalmar os mercados, mas sim a sociedade, que está histérica, com razão, porque tem na lembrança o problemas hiperinflacionário que o Brasil viveu antes de 1994”, acredita Fonseca.

 

18.11.11

Dólar opera em baixa no fim da semana

Na véspera, moeda norte-americana avançou 0,76%.
Divisa foi cotada a R$ 1,7802 real para venda.

O dólar se depreciava frente ao real nesta sexta-feira (18), devolvendo parte da alta da véspera, acompanhando os movimentos dos mercados de câmbio no exterior.
Perto das 9h25, a divisa dos Estados Unidos era negociada a R$ 1,774 para venda, em baixa de 0,33%.
Na véspera, o dólar fechou em alta, com o aumento da aversão a risco no exterior em meio à piora da crise da dívida na zona do euro. A moeda norte-americana avançou 0,76%, a R$ 1,7802 real para venda.

http://g1.globo.com/economia/mercados/noticia/2011/11/dolar-opera-em-baixa-no-fim-da-semana.html 

 

18.9.11

Até abril, inflação deve cair em torno de 2 pontos percentuais, diz Tombini

Presidente diz que economia mais moderada ajuda no combate aos preços. Projeção de crescimento para 2011, que é de 4%, deverá ser revisada.

Ligia Guimarães

O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, disse nesta sexta-feira (16) que a inflação brasileira deverá cair em torno de dois pontos percentuais até abril do ano que vem, em linha com o objetivo do BC de atingir 4,5% em 2012, patamar que representa o centro da meta estabelecida pelo governo.

"A inflação, em 12 meses, ela cresce. Está agora em seu pico em agosto, setembro e depois, nos próximos oito meses, até abril do ano que vem, teremos uma redução da inflação em torno de doispontos de percentagem. Esse processo nós vamos acompanhar partir de agora. Isso dá oportunidade de entender a estratégia de combate à inflação, sempre lembrando que o nosso objetivo é trazê-la de volta para a meta em dezembro de 2012", afirmou durante participação em evento em São Paulo promovido pelo Sindicato da Habitação (Secovi).

De acordo com Tombini, o BC já nota uma moderação no ritmo de atividade da economia, reflexo tanto das medidas adotadas pelo governo quanto da piora nas previsões de crescimento econômico global, o que ajuda no processo de combate à alta dos preços.

Crescimento a ser revisado
A projeção do BC para o crescimento da economia em 2011, que era de 4%, será revisada no próximo relatório de inflação, que será divulgado no fim de setembro.

"Vamos revisar o crescimento para 2011 agora no final do mês, nossa projeção anterior de 4%, isso será revisado por conta do relatório de inflação que será publicado no final deste mês", disse.

Choques de curto prazo
Tombini afirmou também que a recente alta do preço da carne se deve a questões sazonais e que, dado o ritmo mais lento de expansão da economia, não deve se propagar de maneira tão rápida. "A ideia é que esses choques (de preços) que estamos vivendo no momento tenham uma curta duração".

Previu também que, mesmo em um cenário de menos crescimento econômico mundial, o preço das commodities deve subir menos do que no segundo semestre de 2010, quando acumulou alta de 40%. "Mas em momento nenhum falamos em deflação no preço das commodities", afirmou.

Ajustes nos juros
Ainda segundo Tombini, o BC continuará a ajustar sua política monetária de acordo com a evolução do quadro internacional. Em agosto, o BC surpreendeu o mercado ao baixar os juros básicos da economia de 12,50% para 12% ao ano, com base em uma reavaliação do cenário internacional.

"Certamente esse menor crescimento da economia global tem impacto em todas as economias, inclusive no país, e isso tem que ser levado em consideração no momento de ajustar as políticas, no caso a nossa política monetária".

Efeitos da crise
Para Tombini, os desdobramentos da situação econômica internacional são imprevisíveis, mas a estimativa é de que haja redução nas perspectivas de crescimento mundial nos próximos dois anos.

“Temos uma situação internacional hoje delicada, mas (...) hoje o Brasil está melhor preparado do que estava em 2008, quando nos saímos bem da crise. As nossas políticas, a política do Banco Central, continuará sendo ajustada no futuro diante do quadro internacional, temos que acompanhar a evolução também. Os desdobramentos neste momento são imprevisíveis, temos uma visão geral de que significa uma redução nas perspectivas de crescimento nos próximos dois anos”, disse.

De acordo com Tombini, a expectativa é de que a redução do crescimento das principais economias represente cerca de 25% da retração observada no “agudo da crise de 2008”, quando, segundo o presidente do BC, houve uma reversão de cinco pontos no crescimento da economia global.

Crédito imobiliário
No evento do Secovi, o presidente do BC afirmou que o crédito imobiliário cresce a taxas elevadas, mas em ritmo "sustentável", e que deve chegar a 15% do Produto Interno Bruto (PIB) na próxima década. Atualmente, segundo ele, o setor representa 5% da economia brasileira.

fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia/2011/09/ate-abril-inflacao-deve-cair-em-torno-de-2-pontos-porcentuais-diz-tombini.html

11.9.11

Brasil pode ter taxa básica de juros de 1 dígito em 2012

Economistas preveem que Selic deve cair de 12% para 9% em dezembro

Resignado com o novo comportamento do Banco Central (BC), o mercado refez cálculos e ampliou a percepção que o Brasil pode voltar a ter juro de um dígito em breve. Usando modelos de previsão semelhantes aos adotados pelo Comitê de Política Monetária (Copom), alguns economistas preveem Selic abaixo de 10% no início de 2012. E, se a crise externa piorar muito, a taxa poderia cair rapidamente para perto de 5%.

Mesmo sem terem sido convencidos pelas explicações para o corte do juro, analistas passaram os últimos dias refazendo contas para entender o que deve acontecer com a economia comandada por esse "novo BC". Nesse cálculo, foi preciso aumentar a dose da influência da crise global, colocar uma porção da promessa do governo de rigor com os gastos, além de incluir uma inédita pitada de ousadia do BC. Feitas as contas, alguns resultados causam espanto.

Uma das estimativas mais surpreendentes é a do banco Credit Suisse, de que a Selic deve cair de 12% para 9% em dezembro - 1,5 ponto a cada uma das duas próximas reuniões, em outubro e novembro. O corte continuaria em janeiro de 2012, quando o juro recuaria para 8,5%, segundo relatório do economista-chefe do Credit Suisse, Nilson Teixeira.

- Assumindo que a avaliação do Copom sobre o cenário global seja confirmada, mantemos a leitura que a resposta de política monetária mais adequada seria a de implementar um corte de juros expressivo de forma acelerada.

Estimativas como essas ainda são minoria no mercado, dominado por previsões que a Selic deve ficar entre 10% e 11% na virada do ano.

A hipótese de redução mais forte presume inflação mais próxima de 6,5% para favorecer o crescimento da economia. E avança no mesmo ritmo em que piora o quadro internacional. Na ata, o BC explica que cortou o juro para reagir ao efeito da turbulência externa, que já equivale a um quarto da crise de 2008. O raciocínio dos analistas é: se piora a tensão na Europa e nos EUA, será preciso uma resposta mais forte, um corte maior do juro.

Na LCA Consultores, o economista-chefe Braulio Borges estima que a possibilidade de o Brasil ter juro de um dígito no início de 2012 é de um terço, mas tende a crescer.

- Se houver calote na Grécia ou se a resistência alemã em ajudar outros países ganhar força, a hipótese aumenta bastante.

Estudioso dos modelos de previsão usados pelo BC, o professor de economia da USP Fabio Kanczuk admite que ficou impressionado com o resultado da projeção feita para o juro caso os problemas externos piorem.

- Se o Brasil sofrer o mesmo baque, seria preciso derrubar o juro para cerca de 5% para impedir uma depressão profunda da economia. É impressionante.

fonte:http://noticias.r7.com/economia/noticias/brasil-pode-ter-taxa-basica-de-juros-de-1-digito-em-2012-20110911.html

31.8.11

Sallorenzo defende manutenção de juros com viés de baixa



mariosergio-dfNo momento em que o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) se reúne para discutir a taxa de juros, o vice-presidente do Conselho Federal de Economia, Mário Sérgio Fernandez Sallorenzo (foto), defende a manutenção do patamar (12,5%) com um viés de baixa. O economista falou sobre o assunto em matéria publicada no site do Jornal do Brasil.

“É difícil que haja aumento, é difícil que haja uma redução [da Selic]. O que se espera é que haja uma definição de viés de baixa, porque o governo federal tem feito esforços para reduzir gastos e isso consome menos a demanda na economia, facilitando assim o controle de preços”, disse Sallorenzo. “O Banco Central poderia, em determinado momento ou a partir de alguns indicadores mais tranquilizadores, baixar essa taxa de juros”.

O Copom anunciará a taxa de juros nesta quarta-feira (31). O mercado, de acordo com pesquisa realizada pelo Banco Central, espera a manutenção em 12,5%.

Fonte: Por Manoel Castanho (*)

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26.8.11

Brasil está em uma encruzilhada, diz Arminio Fraga

Ex-presidente do Bacen afirma que crise internacional pegou o País numa situação saudável, mas defende redução da taxa de juros

A crise econômica internacional que o mundo está atravessando neste momento foi definida por Arminio Fraga, ex-presidente do Banco Central, como uma “crise de desalavancagem, que corre o risco de formar uma nova desaceleração mundial e uma recessão,” o que ele considera que seria “bastante grave.” Neste cenário, Fraga afirma que o Brasil foi pego em um momento saudável, mas que agora é preciso “acelerar a trajetória boa” do País.

“O Brasil está em uma encruzilhada e precisa investir muito mais e melhor, não só em capital físico, mas também em educação básica. O Brasil precisa também de um governo mais eficiente,” afirmou Fraga em um vídeo apresentado no 5º Congresso Internacional de Mercado Financeiro e de Capitais, organizado pela BM&F Bovespa. Ele não pode comparecer ao evento porque teve que ir a Nova York para o nascimento de sua neta.

Fraga destacou a necessidade de o Brasil criar condições para que possa reduzir sua taxa de juros, o que “seria o melhor remédio para o câmbio”. Ele avalia que o caminho mais eficiente para a política macroeconômica seria “segurar lado fiscal, deixando portanto espaço para a política monetária para que possamos chegar a uma taxa de juros mais baixa.” “Temos que ter consciência de que com taxa de juros muito alta o capital acaba vindo para cá,” acrescentou.

O ex-presidente do BC disse ainda que considera necessário reduzir o custo Brasil e afirmou “ver com bons olhos o governo da presidenta Dilma Rousseff. “O foco na meritocracia que ela deu em seu primeiro discurso foi muito bom,” afirmou, acrescentando que “tem sido muito importante a intolerância com a corrupção”.

Sobre o mercado de capitais, Fraga disse que a Bolsa de Valores brasileira vem passando pelas crises, o que dá “confiança para seguirmos com este modelo”. Nos períodos menos turbulentos, acrescentou, a bolsa tem servido como importante financiadora de capital para investimento no País. “Hoje, está muito claro para o empresário brasileiro que é possível atrair capital com uma boa governança,” afirmou.

20.8.11

Analistas já veem taxa básica de juros menor em 2011

Agência Estado

O agravamento da crise global já leva alguns economistas de mercado a projetar uma queda da taxa básica de juros (Selic) neste ano, algo impensado duas semanas atrás. Embora ainda seja uma posição minoritária, chama a atenção porque revela que o cenário externo ganha cada vez mais peso nas análises de médio e longo prazos da economia brasileira.

Internamente, a inflação continua pressionada, como mostrou ontem o IPCA-15 de agosto. A prévia do índice oficial do País subiu 0,27% e, nos últimos 12 meses, acumula variação de 7,1%. A meta do governo é de 4,5%, com margem de tolerância de dois pontos para cima ou para baixo - entre 2,5% e 6,5%. Ou seja, a inflação está rodando, como se diz no jargão do mercado, acima do teto da meta.

A economista-chefe da BNY Mellon ARX Investimentos, Solange Srour, acredita que a Selic encerrará 2011 em 11,5%, ante os atuais 12,5% ao ano. O argumento principal de Solange centra-se na provável reação do Banco Central (BC) à piora da conjuntura internacional, e não pela evolução da inflação.

O ex-diretor do BC José Julio Senna, sócio da MCM Consultores, também vê a Selic em 11,5% no fim do ano. O economista trabalha com dois cenários. No primeiro, que classifica de "ruim", as economias desenvolvidas ficam anos crescendo pouco, o que puxa para baixo a atividade global, inclusive a brasileira. No "muito ruim" - com a hipótese de calote em alguma economia da Europa, -, a Selic cai mais em 2012 e encerra o ano em 8,75%.

O economista-chefe do Banco Fator, José Francisco de Lima Gonçalves, também vê a Selic menor já em 2011, em 12%. "Está tudo muito incerto no exterior. Até os mais pessimistas têm se surpreendido a cada dia", disse. Para ele, o IPCA terá alguma resistência no curto prazo, mas "é difícil imaginar um cenário de pressão inflacionária em 2012". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

19.8.11

Prefeitura de Mucuri concede anistia de juros e multas sobre débitos tributários

A Prefeitura de Mucuri está concedendo anistia de juros e multas sobre débitos tributários municipais. O anúncio do decreto do governo municipal foi feito oficialmente pela Secretaria Municipal de Finanças.

A anistia significa que quem não está em dia com débitos tributários do município até o dia 30 de junho deste ano, como IPTU, ITBI e ISS, podem agora quitar suas dívidas e regularizar a situação, sem precisar pagar juros e multas.
Para conquistar a referida anistia, o contribuinte deve fazer o requerimento em formulário instituído pela Secretaria de Finanças. O prazo é até o dia 30 de outubro de 2011. O valor mínimo de cada parcela corresponde a classificação do contribuinte. 44 reais é a parcela mínima para pessoas físicas. Já as jurídicas optantes pelo SuperSimples (ME/EPP) é de 60 reais. Para as demais pessoas jurídicas a menor parcela pode sair a 150 reais.
Zero de juros e multa só mesmo pra quem pagar a vista. Ainda assim, se o contribuinte deseja parcelar a dívida, ele ainda ganha um desconto considerável. São 70% de desconto para parcelamentos em até doze vezes iguais, e 40% acima de doze vezes. A data limite para pagamento é 31 de outubro do ano que vem.
Para o Prefeito Paulinho de Tixa, essa é uma oportunidade única para o cidadão mucuriense. “O primeiro grande passo de nossa administração foi a regularização fiscal do município. A cidade está com o nome limpo. É nessa mesma perspectiva que pensamos no cidadão, através desse decreto que facilita a quitação de sua dívida”, revelou.
O contribuinte pode procurar o departamento tributário da Secretaria Municipal de Finanças na sede da Prefeitura, em Mucuri, ou na Subprefeitura de Itabatã.
Sul Bahia News