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26.3.13

Argentina prorroga por dois meses congelamento de preços

O congelamento está em vigor desde fevereiro e deveria terminar no dia 1º de abril

 
Bandeira da Argentina tremula em Buenos Aires
 
Buenos Aires – O governo argentino prorrogou por mais 60 dias o congelamento de preços, que está em vigor desde fevereiro e deveria terminar no dia 1º de abril. A decisão foi anunciada hoje (26), após reunião do secretário de Comércio Interior, Guillermo Moreno, e representantes das cadeias de supermercados. Eles concordaram manter os preços fixos até o dia 1º de junho.
Moreno negociou o primeiro acordo de congelamento, de dois meses, com as redes de supermercado e de eletrodomésticos como forma de conter a alta dainflação. A medida foi criticada por economistas independentes, que consideram ineficaz a estratégia do governo para manter a inflação sob controle. Os sindicatos oposicionistas também protestaram, acusando o governo de querer mascarar os índices inflacionários para fortalecer sua posição na hora de renegociar salários.
Na Argentina, os reajustes salariais são decididos nas chamadas paritárias, acordos negociados entre trabalhadores e empresários, que precisam ser ratificados pelo Ministério do Trabalho para entrar em vigor. Hugo Moyano, líder da CGT (a maior central sindical do país), já tinha anunciado que iria pedir aumento salarial de 30% para cobrir a inflação. O índice inflacionário, calculado por institutos privados, é três vezes superior ao oficial, que não supera 11% anuais.
Na reunião com o setor privado, Moreno também negociou o lançamento de um novo cartão, o chamado supercard, que está sendo apelidado de Morenocard. O cartão será emitido pelas próprias redes de supermercados, com taxa de juros inferior a 22% ao ano. Os bancos argentinos, atualmente, cobram comissões em torno de 3% dos comerciantes que fazem as vendas com cartão de crédito. O governo quer baixar esse percentual para menos de 1%.
 
 

17.12.11

Ceia de Natal fica 6% mais cara em 2011; chester sobe 16,5%, segundo FGV


A cesta com itens essenciais para a ceia de Natal está 5,98% mais cara em 2011, frente ao ano anterior. O aumento, porém, ficou abaixo da variação do índice de inflação IPC/FGV medido entre dezembro de 2010 e novembro deste ano, que foi de 6,29%.
O item que apresentou o maior aumento foi o frango especial (vendidos como Chester ou Fiesta, por exemplo), que subiu 16,55%. O preço médio do item era R$ 11,70 em 2010, passando para R$ 13,63 em 2011.
As informações fazem parte de um estudo realizado pelo economista André Braz, do Ibre-FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas).
Braz constatou que apenas quatro dos 13 alimentos mais procurados para o Natal registraram queda nos preços.
As quedas foram verificadas nos preços do arroz, do lombo, do azeite de oliva e do vinho.
De acordo com o estudo, a cesta de itens sai por R$ 171,56 este ano. No ano passado, o custo era de R$ 161,69.
Veja a variação nos preços dos principais produtos demandados para a ceia de Natal:
Variação de preços entre
2010 e 2011
Alimentos    2010 (R$)  2011 (R$)
Arroz 9,61 9,39
Batata inglesa 1,54 1,55
Cebola 1,48 1,62
Bacalhau 23,19 25,54
Lombo 13,24 12,82
Frango especial 11,70 13,63
Frango 4,30 4,61
Azeite 10,13 9,33
Vinho 12,84 12,50
Panetone 10,41 11,51
Nozes 19,56 22,06
Tender 28,08 30,51
Avelã 15,90 16,58
Total 161,96 171,65
Fonte: Ibre/FGV


Fonte:http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2011/12/16/ceia-de-natal-fica-em-media-598-mais-cara-em-2011-aponta-fgv.jhtm