7.3.13
Bens de capital aceleraram ritmo da indústria em janeiro, diz IBGE
Produção de caminhões cresceu 206,4% em relação a janeiro de 2012.
4.9.12
Expansão da indústria não repõe perdas anteriores
A queda acumulada pela indústria nos sete primeiros meses deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado, atingiu 3,7%
4.12.11
Produção industrial no país cai 0,6% em outubro, mostra IBGE
Setor de alimentos foi o que registrou a maior queda no período.
30.9.11
Governo libera R$ 1,95 bilhão para incentivar exportações
A presidente Dilma Rousseff assinou medida provisória autorizando a União a entregar R$ 1,95 bilhão às cidades, Estados e ao Distrito Federal para incentivar as exportações no país.
A medida foi publicada nesta sexta-feira (30) no "Diário Oficial da União". Os recursos serão entregues em três parcelas de R$ 650 mi até o último dia útil dos meses de outubro, novembro e dezembro. A divisão do dinheiro entre os municípios se baseará nos critérios de participação na distribuição da parcela do (ICMS) de cada Estado, aplicados neste ano.
Do total, os Estados ficarão com 75% e os 25% restantes serão repassados aos municípios.
O texto estabelece ainda que o Ministério da Fazenda poderá definir regras de prestação de informação pelos estados e pelo Distrito Federal sobre a manutenção e o aproveitamento de crédito pelos exportadores.
Pelo decreto, a divisão do dinheiro para os municípios seguirá os critérios de participação na distribuição da parcela do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) com os respectivos Estados ao longo deste ano.
A decisão do governo ocorre no momento em que a presidente Dilma Rousseff destaca sua preocupação com os impactos da crise econômica internacional no Brasil. Segundo Dilma, não há país imune aos efeitos da crise.
Um dos esforços, de acordo com a presidente, é o estímulo à indústria nacional, a com geração de emprego e renda. Para ela, os estrangeiros que quiserem investir no Brasil terão apoio desde que garantam a abertura de novas vagas de trabalho e geração de renda no país.
(Com informações da Agência Brasil)
18.9.11
Invasão de produtos chineses fecha indústrias no Brasil, aponta levantamento
No segmento de escovas, por exemplo, de 40 empresas que atuavam no mercado, apenas duas mantêm as atividades
No segmento de escovas, por exemplo, das 40 empresas que há dez anos estavam no mercado, apenas duas mantêm as atividades industriais. Para o presidente da Associação Brasileira dos Fabricantes de Vassouras, Escovas, Pincéis e Similares (ABVEP) e membro fundador da Cdib, Manolo Canosa, a desativação do parque industrial significa a “morte” do setor com perdas irreparáveis, incluindo de empregos.
“Quando se desativa uma indústria, independentemente do setor, perde-se toda a mão de obra técnica porque o setor morreu. Daqui a pouco não vai existir indústria para gerar empregos. A cada produto comprado da China, se exclui um emprego aqui [no Brasil] e se cria um na China”, lamenta.
Das três empresas brasileiras produtoras de ímã de ferrite (material utilizado na fabricação de alto-falante), apenas uma continua com as atividades industriais. Segundo o diretor da companhia Roberto Barth, a valorização do real diante da desvalorização do yuan (moeda chinesa) torna a concorrência impraticável e desleal. “As nossas indústrias não têm como concorrer com essa invasão predatória chinesa. A defasagem cambial inviabiliza qualquer tipo de concorrência”, comenta.
Na tentativa de reduzir a entrada ilegal dos produtos chineses, Barth denunciou ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) a manobra feita por indústrias da China que declaravam produzir em Taiwan para driblar o pagamento de taxas antidumping. “O próprio exportador chinês me ofereceu a compra desses produtos com entrada ilegal a preços mais baratos”, conta.
Após investigação da denúncia, pela primeira vez, o governo federal proibiu a entrada de um produto estrangeiro utilizando as medidas de defesa comercial que fazem parte do Plano Brasil Maior, política industrial do governo federal lançada no início de agosto. “Já é um começo. Quando pensarem em burlar a lei, vão pensar mais de uma vez”, completa.
Para o vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto Castro, a desindustrialização provocada pelo aumento das importações chinesas representa uma tendência. Com o dólar em baixa, os produtos importados ficam mais baratos e as mercadorias nacionais perdem espaço no mercado interno. “O governo deixou claro que a preocupação maior é manter a inflação baixa e não com o comércio exterior. As medidas de estímulo são bem-vindas, mas são insuficientes”, avalia.
fonte: http://exame.abril.com.br/economia/noticias/invasao-de-produtos-chineses-fecha-industrias-no-brasil-aponta-levantamento?page=2&slug_name=invasao-de-produtos-chineses-fecha-industrias-no-brasil-aponta-levantamento