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11.12.11

Estudo mostra que Belo Monte é mais barata e menos poluente que alternativas de geração de energia


Segundo pesquisadores, caso usina não seja construída, termelétricas serão necessárias
A Usina Hidrelétrica de Belo Monte, que está sendo construída no Rio Xingu (PA) vai trazer menos impactos ambientais do que a utilização de alternativas com energias fósseis e os custos serão menores do que outras fontes renováveis.
A conclusão está no estudo Análise Comparativa entre Belo Monte e Empreendimentos Alternativos: Impactos Ambientais e Competitividade Econômica, elaborado pelo Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Na análise, os professores Nivalde José de Castro, André Luis da Silva Leite e Guilherme Dantas avaliam quais seriam as fontes alternativas a Belo Monte para o atendimento da demanda crescente por energia e os impactos ambientais dessas fontes.

De acordo com Castro, caso Belo Monte não viesse a ser construída, seria necessária a implementação de fontes alternativas que suprissem a demanda, que teriam impactos ambientais maiores ou que não teriam consistência suficiente, em termos de segurança energética, para atender ao crescimento da necessidade por energia elétrica projetada para os próximos anos no Brasil.

- Belo Monte é uma obra eficiente, que tem que ser feita. O Brasil precisa de energia e qualquer nova unidade geradora de energia causa impacto ambiental, e temos que analisar o custo-benefício em relação às outras fontes de energia. Nesse estudo fica claro que a hidrelétrica é a que apresenta o melhor custo-benefício em relação às outras fontes.

Os estudiosos apontam que o Brasil tem um grande potencial de fontes alternativas e renováveis de energia elétrica: eólica, biomassa e solar, mas a prioridade a essas fontes implicaria perda de competitividade da economia brasileira, em função do diferencial de custos em relação à hidreletricidade. Também poderia haver problemas de garantia e segurança de suprimento em razão da sazonalidade e da intermitência dessas fontes alternativas.

- Desta forma, em um cenário em que não fosse construída a usina de Belo Monte, a construção de usinas termoelétricas seria obrigatória de forma a manter o equilíbrio e segurança entre a carga e a oferta de energia. A questão que se coloca é quais seriam os impactos ambientais das alternativas fósseis e a comparação deles com os impactos ambientais de Belo Monte.

A análise aponta também que os custos de mitigação dos impactos sócioambientais da Usina de Belo Monte são de cerca de R$ 3,3 bilhões, o que é inferior ao custo ambiental que uma térmica a gás natural ocasionaria, que seria de mais de R$ 24 bilhões.

- Ou seja, a opção térmica possui um impacto ambiental quase oito vezes maior que o custo de mitigação ambiental de Belo Monte.

Belo Monte é uma das principais obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e deve ser concluída até 2015. Com potência instalada de 11,2 mil megawatts, será a maior hidrelétrica totalmente brasileira (Itaipu, que tem 14 mil megawatts de potência, é binacional) e a terceira maior do mundo.

13.11.11

Sinopec fecha acordo de US$ 3,5 bi e avança em petróleo no Brasil

A estatal chinesa Sinopec ampliou sua participação no promissor setor de petróleo no Brasil
O negócio é mais um passo da China para garantir suprimento de energia O negócio é mais um passo da China para garantir suprimento de energia
A estatal chinesa Sinopec ampliou sua participação no promissor setor de petróleo no Brasil ao fechar um acordo de US$ 3,5 bilhões por uma fatia de 30% na unidade brasileira da empresa portuguesa Galp Energia.

O negócio, anunciado nesta sexta-feira, é mais um passo da China para garantir suprimento de energia e evidencia o apetite das empresas petrolíferas por reservas nas águas profundas do Brasil, num momento em que estão paralisados os leilões de novas áreas de exploração no país. Mas o valor da operação, apesar disso, decepcionou.

O acordo segue um negócio de US$ 7 bilhões, fechado pela Sinopec no ano passado, de uma participação de 40% no braço brasileiro da empresa petrolífera espanhola Repsol e outro acerto de desenvolvimento marítimo de petróleo em abril com a Petrobras.

"Para a Sinopec, não há muitas oportunidades para crescer no tradicional setor de exploração de óleo e gás --e aquisições no exterior são a forma de manter o crescimento", disse o analista da UOB Kay Hian, Yan Shi. "Isso beneficia a Sinopec na exploração em reservas, e reduz riscos em sua deficitária operação em refino."

A Galp é parceira minoritária da Petrobras em importantes descobertas marítimas, incluindo o vasto campo do pré-sal de Lula, anteriormente conhecido como Tupi, assim como as descobertas de Cernambi e Iara.

DESAPONTAMENTO PARA A GALP

Embora o negócio dê à companhia portuguesa mais que o valor mínimo pedido de 2 bilhões de euros (US$ 2,7 bilhões), o preço que a Sinopec está pagando desapontou investidores, levando as ações da empresa portuguesa a caírem mais de 10%.

A Galp havia previsto angariar 2 bilhões de euros com a venda de 20% de participação, para ajudar a financiar sua parcela para o desenvolvimento de campos de petróleo.

"Os valores implícitos dos ativos da Galp neste acordo são decepcionantes. A Repsol obteve entre US$ 5,6 e US$ 5,8 por barril e este negócio saiu por US$ 3,9", disse Pedro Pintassilgo, gestor de fundos da F&C, de Lisboa.
Os papéis da BG, que também tem ativos no pré-sal do Brasil e que teria interesse de vender participação, também caíram por causa do acordo. O analista do Santander Jason Kenney disse que o acordo Galp-Sinopec indica que a companhia chinesa não está pagando o valor comercial que todos esperavam ver. "Se você não pode conseguir o valor pelos ativos em uma transação comercial, então as pessoas começam a questionar o valor básico do ativo, e então a leitura para a BG é negativa."A Galp disse que o acordo considerou o valor total de seus ativos no Brasil em US$ 12,5 bilhões.

"Este aumento de capital fortalece significativamente a estrutura de capital da Galp Energia, garantindo plenamente suas necessidades de financiamento para a futura expansão e desenvolvimento de suas atividades exploratórias", afirmou a Galp em comunicado.

PLANOS DA SINOPEC

Pelos planos de desenvolvimento, a Sinopec espera produzir 21,3 mil barris de óleo equivalente por dia em 2015, com produção esperada no pico de 112.500 barris em 2024.

Pelo acordo, a unidade de propriedade integral da Sinopec, a SIPC (Sinopec Internacional de Exploração e Produção Corp), terá novas ações a serem emitidas pela Galp e assumirá empréstimos de acionistas, disse a Sinopec Group em comunicado.
"Levando em consideração esse investimento e despesas de investimentos futuros projetados, o montante de pagamento em dinheiro será de aproximadamente US$ 5,18 bilhões no fechamento", disse a Sinopec.A transação precisa ser aprovada pelo governo chinês.
AQUISIÇÕES CHINESAS

Aquisições externas feitas por empresas da China totalizam US$ 37,6 bilhões este ano, abaixo dos US$ 54,1 bilhões do ano passado, segundo dados da Thomson Reuters.

A estratégia da Sinopec de fazer aquisição no exterior é, em parte, guiada pela intenção de obter escala em alguns países, incluindo o Brasil, disse um funcionário da empresa que não quis ser identificado.
A Sinopec Group é a matriz da China Petroleum & Chemical Corp, listada em Hong Kong e Xangai. O grupo faz investimentos externos na exploração, desenvolvimento e produção de petróleo e gás e opera através do sua unidade integral SIPC.

A Sinopec teve apoio do Societe Generale, enquanto a Galp Energia de Bank of America Corp, JP Morgan e UBS Caixia BI, disse uma fonte.


fonte: http://www.corecon-ba.org.br/site/main.asp?view=noticia&id=1836

11.11.11

Walmart vai investir R$ 1,2 bilhão no Brasil em 2011

  Multinacional americana vai acelerar expansão e prevê inaugurar 80 lojas no País neste ano, a maior parte para as classes C e D

Foto: DilvulgaçãoMarcos Samaha, CEO Walmart

O presidente do Walmart Brasil, Marcos Samaha, anunciou hoje que vai investir R$ 1,2 bilhão e abrir 80 lojas ao longo de 2011. Em 2010, a varejista abriu um número bem menor de unidades, com a inauguração de apenas 45 lojas, e  . “O Brasil é um mercado extremamente estratégico para o Walmart", disse o executivo, em um comunicado à imprensa, após encontro com Fernando Pimentel, Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, em Brasília
Terceira no ranking brasileiro de supermercados, atrás do Grupo Pão de Açúcar e do Carrefour, o Walmart faturou R$ 22,3 bilhões em 2010 no Brasil, 13% mais que em 2009. Nos últimos 5 anos, o Walmart já investiu, ao todo, R$ 6 bilhões no País, com a construção de 177 lojas, o que representa um desembolso médio de R$ 1,2 bilhão por ano.
Mais da metade das 80 novas unidades será voltada para as classes C, D e E, com as bandeiras Todo Dia (supermercados de viziinhança) e Maxxi (atacado). “Nosso plano de expansão vai continuar se apoiando o desenvolvimento socioeconômico da população brasileira”, afirma Samaha. “O foco nos formatos direcionados à classe média emergente será ainda mais forte em 2011”, acrescenta.
Além da abertura das novas unidades, Samaha afirmou que parte dos investimentos será destinada à reforma de unidades antigas, melhorias no sistema logístico e em tecnologia. Ao todo, os investimentos vão permitir a geração de mais 7 mil empregos diretos e mais de 20 mil indiretos em 2011.

Preço Baixo Todo Dia
O ano foi marcado também pela estruturação do “Preço Baixo Todo Dia” (PBTD), política comercial adotada mundialmente pelo Walmart. Nos EUA, essa plataforma é conhecida por "every day low price" (EDLP) e foi relançada pelo grupo em janeiro no Brasil. O PBTD, informa a empresa, envolve desde a renegociação de contratos com os fornecedores até a redefinição de sortimento das lojas e a maneira de atender e expor os produtos nas gôndolas.
Foto: Getty Images
Rede adota programa "Preço Baixo Todo Dia"

“Não se trata de uma estratégia de preço, mas uma filosofia de negócio inédita no Brasil. Começamos baixando o preço de 2 mil itens e hoje já temos mais de 7 mil produtos nas lojas com preços renegociados, mais baratos que a media do mercado sempre.
O Walmart Brasil opera 483 unidades possui 87 mil funcionários em 18 estados brasileiros e Distrito Federa). A varejista opera com nove bandeiras, entre hipermercados (Walmart, Hiper Bompreço e BIG), supermercados (Bompreço, Nacional e Mercadorama), atacado (Maxxi), clube de compras (Sam’s) e lojas de vizinhança (Todo Dia).

Sustentabilidade
Em 2010 o Walmart anunciou sua meta global relativa à agricultura sustentável, que dá acesso de pequenos agricultores às lojas. A varejista vai comprar US$ 1 bilhão em mercadorias de cerca de um milhão de pequenos e médios produtores até 2015, além de garantir treinamento para estes fazendeiros. No Brasil, o Walmart vai dobrar a compra de itens do Clube dos Produtores, aumentando a renda dos pequenos produtores entre 10% e 15%, além de ampliar o número de famílias beneficiadas de 7.000 para 14.000 em 4 anos.

27.10.11

Bovespa dispara após acordo na Europa; dólar cai

A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) operava em alta nesta quinta-feira (27). Por volta das 12h10, o Ibovespa (principal índice da Bolsa paulista) subia 2,94%, aos 58.826,49 pontos (siga no UOL Economia gráfico da Bovespa com atualização constante).

A forte alta é reflexo do acordo da União Europeia com os bancos para reduzir a dívida da Grécia pela metade.

Em Wall Street, o índice Dow Jones tinha valorização de 1,87%.

Veja ainda no UOL a cotação das ações e fechamentos anteriores da Bolsa.

A cotação do dólar comercial tinha baixa de 1,80% na venda, a R$ 1,729 (veja no UOL gráfico com as últimas atualizações). O euro tinha desvalorização de 0,12%, a R$ 2,44.

Acordo na Europa

A zona do euro conseguiu na madrugada desta quinta-feira, com os bancos credores, uma redução de 50% na dívida da Grécia, eliminando o último obstáculo para um ambicioso plano de resposta à crise da dívida, confirmou o presidente francês, Nicolas Sarkozy, em Bruxelas.

O líder francês estimou que a dívida grega terá um alívio de 100 bilhões de euros após a aceitação, pela maior parte dos bancos, de uma redução superior a 50% do valor dos títulos da dívida.

Esta decisão "representa um esforço de cerca de 100 bilhões de euros", disse Sarkozy ao final da cúpula europeia, que permitiu alcançar um amplo acordo para se enfrentar a crise da dívida.

"Os credores privados farão um esforço voluntário de 50%", e esta solução evitará que a Grécia entre em 'default' com uma redução de 100 bilhões da dívida total de 350 bilhões de euros, que será reduzida a 120% do PIB até 2020.

Bolsas da Ásia

As Bolsas de Valores asiáticas fecharam em alta, com apetite por risco, depois que líderes europeus concordaram em ampliar o fundo de resgate da região e fazer credores privados aceitarem uma enorme perda na dívida grega que possuem.

Desemprego no Brasil

O desemprego brasileiro ficou em 6% em setembro, a mesma taxa de agosto, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a menor taxa para o mês desde o início da série histórica, em 2002.

(Com informações de Reuters)

PIB dos EUA cresce 2,5% no 3º trimestre, menos que previsto

SÃO PAULO - O Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA cresceu a uma taxa anualizada de 2,5% no terceiro trimestre deste ano, informou o Departamento de Comércio do país. O resultado, inferior ao aumento de 2,7% previsto por analistas, ainda é preliminar e deve passar por duas revisões.

No primeiro trimestre, a economia americana cresceu 0,4% e, no segundo, 1,3%.

O índice de preços para gastos com consumo (PCE), por sua vez, subiu 2,4% no terceiro trimestre, em termos anualizados, enquanto seu núcleo, que exclui alimentos e energia e é a medida de inflação mais olhada pelo Fed, avançou 2,1%.

(Marcílio Souza | Valor)

14.10.11

Aeroporto de Viracopos deve se tornar o mais movimentado do país

Até 2025, Campinas deve receber 55 milhões de passageiros/ano. Serão investidos R$ 9,9 bilhões em 30 anos de concessão.


O aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), deve se tornar o mais movimentado do Brasil a partir de 2025, aponta projeção da Secretaria de Aviação Civil (SAC). Até 2021, o movimento em Viracopos deverá ser de 35 milhões de passageiros. Nos anos seguintes, de acordo com a projeção, o movimento dispara até chegar em 55 milhões de passageiros em 2025 e superar o registrado em Guarulhos, também em São Paulo, hoje, o principal do país.

Os números estão em apresentação feita nesta quinta-feira (13) pelo ministro da SAC, Wagner Bittencourt, após entregar ao Tribunal de Contas da União (TCU) os estudos técnicos, econômicos e financeiros para a concessão dos aeroportos de Guarulhos, Campinas e Brasília. Só depois da análise do TCU é que o edital de concessão poderá ser publicado.

Ao final dos investimentos, aeroporto em Campinas terá quatro pistas, novo terminal de passageiros e estacionamento maior (Foto: Reprodução/Secretaria de Aviação Civil)Ao final dos investimentos previstos pelas concessionárias, aeroporto em Campinas terá quatro pistas, novo terminal de passageiros e estacionamento maior (Foto: Reprodução/Secretaria de Aviação Civil)

As empresas que vencerem os leilões de concessão dos aeroportos de Guarulhos, Campinas e Brasília serão obrigadas a fazer investimentos iniciais, que somam cerca de R$ 4,2 bilhões, para atender aos passageiros que vão acompanhar no país a Copa de 2014. A informação foi dada na tarde desta quinta-feira (13) pela Secretaria de Aviação Civil (SAC).

A projeção aponta que o aeroporto de Guarulhos vai atingir sua capacidade máxima de movimentação, de 50 milhões de passageiros por ano, em 2021. Depois disso, o crescimento da demanda por voos na região será absorvido pelo aeroporto de Campinas que, diferente de Guarulhos, tem espaço para novas ampliações.

O secretário-executivo da SAC, Cleverson Aroeira, aponta que, apesar de ser ultrapassado por Campinas no movimento geral de passageiros, Guarulhos vai continuar sendo o principal aeroporto internacional do país.

Investimento

Entre os três aeroportos que serão leiloados, o de Campinas é o que deve receber o maior investimento após a concessão, aponta a Secretaria de Aviação Civil. Serão cerca de 9,9 bilhões num período de 30 anos de administração privada, contra R$ 5,2 bilhões em Guarulhos (20 anos) e 2,7 bilhões em Brasília (25 anos). O prazo de concessão em Viracopos é maior justamente por conta dos investimentos mais vultosos.

O aeroporto campineiro vai passar por uma completa transformação até 2041, quando se encerra a concessão. Serão construídas novas pistas de pouso e decolagem, que vão ampliar a capacidade local para mais de 500 mil movimentos de aeronaves por ano. Também serão erguidos novos terminais de passageiros.

R$ 4,2 bilhões para obras nos aeroportos
Na quinta-feira, a Secretaria de Aviação Civil também anunciou o valor que terá de ser investido pelas empresas que vencerem os leilões de concessão dos aeroportos de Guarulhos, Campinas e Brasília. Elas serão obrigadas a fazer investimentos iniciais, que somam cerca de R$ 4,2 bilhões, para atender aos passageiros que vão acompanhar no país a Copa de 2014.

Esse valor inicial corresponde a 23,6% dos cerca de R$ 17,8 bilhões de investimentos em infraestrutura nova previstos para os três aeroportos durante todo o período de concessão (20 anos em Guarulhos, 25 em Brasília e 30 em Viracopos). O valor total dos investimentos havia sido apresentado mais cedo, quando a SAC entregou ao ribunal de Contas da União (TCU) os estudos técnicos, econômicos e financeiros para a concessão dos três aeroportos.

As obras iniciais terão que ficar prontas até o final de 2013, de acordo com a SAC. Só depois da análise do TCU é que o edital de concessão poderá ser publicado. Os valores não incluem gastos com manutenção e a operação dos aeroportos.

Entre os investimentos iniciais a que as concessionárias estarão obrigadas estão a construção do terceiro terminal de passageiros e um pátio com capacidade para 32 aeronaves no aeroporto de Guarulhos, o mais movimentado do país.

No aeroporto de Viracopos (Campinas), a vencedora do leilão terá que ampliar o terminal, que vai ganhar capacidade para mais 1.550 passageiros internacionais em desembarque e outros 1.500 em embarque nos horários de pico, além de um pátio para 35 aviões.

Já no aeroporto de Brasília, a empresa será responsável pela obra de ampliação do terminal para que absorva mil novos passageiros internacionais em desembarque, além de outros 1.200 embarcando em hora de pico. Também terá que construir novo pátio com espaço para 24 aeronaves.