29.8.12
Melhora da escolaridade do brasileiro diminuiu informalidade no trabalho, aponta FGV
Emprego na indústria cai pelo quarto mês seguido
4.3.12
Servidores prometem mais mobilizações para manter aposentadoria integral
O projeto que cria a previdência complementar dos servidores públicos deu entrada no Senado, nesta sexta-feira (2), em regime de urgência constitucional, e terá 45 dias para ser apreciado. Caso contrário, passa a trancar todas as outras pautas da casa. Fórum dos Servidores anuncia mobilização e jornadas de lutas nos estados, entre 13 e 16 de março, para preparar uma grande marcha nacional à Brasília, marcada para o dia 28 de março.
Contrastes europeus
11.11.11
Emprego industrial cresce menos em setembro em 12 meses, diz IBGE
Expansão foi de 2%; trajetória de redução no ritmo começou em fevereiro. Em setembro sobre agosto, foi registrado recuo de 0,4%.
Frente a setembro de 2010, contudo, o emprego industrial avançou 0,4%, a 20ª taxa positiva consecutiva. Nesse tipo de comparação, sete dos 14 locais e nove dos 18 setores investigados ampliaram as contratações na indústria.
Entre os locais, as principais contribuições positivas para o resultado global vieram do Paraná (6,7%), região Norte e Centro-Oeste (3,6%), Minas Gerais (1,8%), Rio Grande do Sul (1,9%) e Pernambuco (5,4%).
Setorialmente, os destaques ficaram com os ramos de alimentos e bebidas (3,7%), meios de transporte (6,5%), máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (6,6%), máquinas e equipamentos (3,5%) e outros produtos da indústria de transformação (3,5%). Por outro lado, as atividades de calçados e couro (-8,0%), papel e gráfica (-6,8%), borracha e plástico (-5,1%), madeira (-10,3%) e vestuário (-3,2%) apontaram as pressões negativas mais importantes sobre o total da indústria neste mês.
Horas pagasEm setembro, o número de horas pagas aos trabalhadores da indústria, já descontadas as influências sazonais, recuou 0,7% frente a agosto, após registrar avanços de 0,2% em julho e de 0,4% em agosto.
http://g1.globo.com/economia/noticia/2011/11/emprego-industrial-cresce-menos-em-setembro-em-12-meses-diz-ibge.html
27.10.11
Desemprego fica em 6% em setembro, mostra IBGE
Taxa é a menor para setembro da série do IBGE, com início em 2002.
Salário médio caiu 1,8% em relação ao mês anterior.
A taxa de desemprego nas seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ficou em 6% em setembro, mesmo resultado verificado em agosto, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (27). Segundo o instituto, essa é a menor taxa estimada para o mês de setembro desde o início da série histórica, em 2002. Em setembro do ano passado, a taxa de desocupação ficara em 6,2%.
A população desocupada não apresentou variação sobre agosto nem sobre setembro de 2010, somando 1,5 milhão de pessoas. Também ficou estável o contingente da população ocupada, ficando em 22,7 milhões em setembro. Já em relação ao mesmo período do ano anterior, houve alta de 1,7%.
Na comparação regional, a taxa de desocupação aumentou apenas na região metropolitana do Rio de Janeiro, onde passou de 5,1% para 5,7%. Em relação a setembro do ano passado, houve queda de 2,4 pontos percentuais na região metropolitana de Recife. As demais ficaram estáveis também na comparação anual.O número de trabalhadores com carteira de trabalho assinada no setor privado somou 11,0 milhões, não registrando variação sobre agosto, segundo o IBGE. Mas, na comparação anual, mostrou crescimento de 6,7%.
Salário
O rendimento médio real habitual dos trabalhadores caiu 1,8% em relação ao mês anterior, ficando em R$ 1.607,60. Já em relação ao mesmo período do ano passado, ficou estável. Houve recuo do salário médio em Recife, em Porto Alegre, no Rio de Janeiro, em Belo Horizonte e em São Paulo. No mesmo período, o rendimento mostrou alta em Salvador (1,5%). Na comparação com setembro de 2010, os salários médio aumentaram em Salvador e no Rio de Janeiro, mas caíram em Recife, em Porto Alegre e em São Paulo. Em Belo Horizonte, ficou estável.
Entre os setores pesquisados pelo IBGE, o grupo "outros serviços", que compreende alojamento, transporte, limpeza urbana e serviços pessoais, apresentou o maior aumento no rendimento médio em relação a setembro de 2010, com alta de 6,9%.
9.9.11
Criação de vagas em 2011 não deve atingir meta de 3 milhões, diz Lupi
‘Vai ficar um pouco menos’, afirmou ministro.
Lupi adiantou que Caged deve mostrar criação de 200 mil vagas em agosto.
O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, em
foto de arquivo (Foto: Elza Fiúza/ABr)
O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, afirmou nesta sexta-feira (9) que os dados do Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged) de agosto devem mostrar a abertura de cerca de 200 mil postos de trabalho em agosto. Já a criação de empregos em 2011 deve ficar abaixo da meta de 3 milhões.
“A tendência é que esse ano não seja tão bom quanto a gente esperava. Vai ficar um pouco menos de 3 milhões”, afirmou ele.
De acordo com Lupi, o resultado esperado para agosto supera o de julho, que foi de 140 mil vagas, mas é inferior ao registrado em agosto do ano passado, que foi por volta de 250 mil. "Este resultado não é tão bom quanto o de 2010, mas no ano passado, não tínhamos este cenário de crise internacional", disse o ministro, ressaltando que, mesmo assim, considera os números de agosto bastante positivos.
O desempenho de agosto foi influenciado pela indústria alimentícia, construção civil, educação e comércio a contratar para o final do ano, além de outros segmentos de serviços. "O que menos está crescendo é a indústria", disse, culpando a concorrência com importados.
Ele acrescentou que o mês de setembro deve superar o de agosto em geração de emprego, puxado pela indústria alimentícia; produção agrícola no Nordeste, comércio e construção civil.
26.8.11
Desemprego é o menor para julho em 9 anos, diz IBGE
A taxa de desemprego no Brasil foi de 6% em julho, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira. O resultado é o menor para o mês desde o início da série histórica, em 2002.
Segundo o IBGE, a população desocupada nas seis regiões metropolitanas pesquisadas ficou estável em relação a junho, com 1,4 milhão de pessoas. Na comparação com julho de 2010, houve queda de 12,1% - o que indica "menos 200 mil pessoas a procura de trabalho".
O nível da ocupação – que indica a proporção de pessoas empregadas em relação às em idade ativa – ficou estável frente a junho, em 22,5 milhões. Frente a julho de 2010, observa-se aumento de 2,1%, ou 456 mil pessoas.
No setor privado, o número de trabalhadores com carteira assinada subiu 1,2% frente a junho, para 10,9 milhões de pessoas. Na comparação anual, a alta foi de 7,1%.
Salários
O rendimento médio real habitual do trabalhador brasileiro subiu 2,2% frente a junho e chegou a R$ 1.612,90 em julho, o valor mais alto para o mês desde 2002. Frente a 2010, o avanço é de 4%.
A massa de rendimento real habitual ficou 2,7% acima do valor registrado em junho e subiu para R$ 36,6 bilhões. Frente ao mesmo mês de 2010, houve alta de 6%.
A massa de rendimento real efetivo dos ocupados ficou em R$ 36,2 bilhões, 2,5% maior que em junho e 6,0% no ano.
