O economista Paul Krugman, vencedor do Prêmio Nobel em 2008, aconselhou
os europeus a ligarem a máquina de imprimir dinheiro do Banco Central
Europeu (BCE) e comprar tanta dívida italiana quanto for necessário para
resolver a crise da zona do euro. "No final, o BCE olhará para o
precipício e dirá: esqueçamos todas as regras, temos que comprar
dívida", declarou Krugman em entrevista publicada nesta sexta-feira (11)
pelo jornal econômico "Handelsblatt", na qual comentou que o preço da
decomposição da zona do euro seria grande demais.
"Não nos encontramos diante do ano da hiperinflação alemã de 1923", afirmou Krugman, acrescentando que "em situações extremas é preciso romper as regras". Krugman ressaltou que os países da zona do euro e o BCE se veem inevitavelmente abertos a evitar a pior opção possível que seria a saída da Itália da zona do euro e um assalto em massa dos italianos aos bancos.
Nesse sentido, adverte que isso contagiaria imediatamente a Espanha e depois a França com a consequência que "o euro acabaria se transformando um marco alemão ampliado", concluiu o economista americano.
"Não nos encontramos diante do ano da hiperinflação alemã de 1923", afirmou Krugman, acrescentando que "em situações extremas é preciso romper as regras". Krugman ressaltou que os países da zona do euro e o BCE se veem inevitavelmente abertos a evitar a pior opção possível que seria a saída da Itália da zona do euro e um assalto em massa dos italianos aos bancos.
Nesse sentido, adverte que isso contagiaria imediatamente a Espanha e depois a França com a consequência que "o euro acabaria se transformando um marco alemão ampliado", concluiu o economista americano.
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