Em São Paulo, crescimento da massa salarial é um quarto da média nacional; dívida bruta do país começa a cair rápido |
Dívida do governo
Muito se falou, após a crise, que a dívida bruta do setor público no Brasil havia crescido muito. Em geral, no Brasil se acompanha a dívida líquida (a dívida bruta menos os haveres dos governos). Em março, a dívida líquida era equivalente a 42,4% do PIB. No mesmo mês, a dívida bruta era de 60,4%. A dívida bruta subiu porque o governo tomou empréstimos no mercado para injetar dinheiro em bancos públicos, o grosso no BNDES, de modo a sustentar a continuidade do investimento e evitar recessão mais feia. Esses empréstimos aparecem apenas na dívida bruta. Mas o pessoal do mercado começou a dizer que esse aumento era preocupante, embora a dívida líquida permanecesse comportada. Mas essa dívida que o governo fez tem muita chance de ser paga. São empréstimos do BNDES, de baixíssima inadimplência. E a dívida bruta já tombou: de 63,1% para 60,4% do PIB, de fevereiro para março, segundo lembram os economistas do Bradesco. Começa a voltar para um nível anterior ao da crise (em dezembro de 2008, era de 56,3% do PIB). O mercado exagerou. vinit uol.com.br
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