Crescimento foi o maior desde fevereiro de 2010. Em receita nominal, houve expansão de 3,6%
frente a dezembro.
As
vendas no comércio varejista brasileiro tiveram crescimento de 2,6% em janeiro
na comparação com o mês anterior, segundo dados do Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística (IBGE) divulgados nesta sexta-feira (23). O
resultado é o melhor desde fevereiro de 2010, quando as vendas do varejo
tiveram alta de 3,0%.
Em receita nominal, houve expansão de 3,6% frente a dezembro – o
melhor resultado da série histórica do IBGE, que tem início em janeiro de 2000.
Na comparação com janeiro de 2011, as vendas do varejo cresceram
7,3%. Em 12 meses, a alta foi de 6,6%. Nas mesmas comparações, a receita
nominal de vendas apresentou taxas de variação de 12,1% e de 11,4%,
respectivamente.
Atividades
Na comparação com dezembro, o segmento de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo tiveram o maior crescimento, de 7,4%; seguido por tecidos, vestuário e calçados (5,2%).
Na comparação com dezembro, o segmento de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo tiveram o maior crescimento, de 7,4%; seguido por tecidos, vestuário e calçados (5,2%).
Das dez atividades pesquisadas, outras cinco também tiveram
crescimento no período: outros artigos de uso pessoal e doméstico (3,9%);
material de construção (3,7%); livros, jornais, revistas e papelaria (2,0%);
artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (1,2%);
móveis e eletrodomésticos (0,4%).
As retrações ficaram por conta de combustíveis e lubrificantes
(-0,3%); equipamentos e material para escritório, informática e comunicação
(-2,3%) e veículos e motos, partes e peças (-2,9%).
Janeiro ante janeiro
Na comparação entre meses de janeiro, apenas combustíveis e lubrificantes teve resultado negativo, com queda de 0,7%.
Na comparação entre meses de janeiro, apenas combustíveis e lubrificantes teve resultado negativo, com queda de 0,7%.
Com alta de 7,6% nas vendas, o segmento de hipermercados,
supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo foi responsável pela
metade do crescimento do varejo nessa comparação.
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