A Previdência registrou um resultado negativo de R$ 5 bilhões em março
de 2013, 165,9% a mais do que no mesmo mês em 2012 e 42,8% a mais do que
a necessidade de financiamento registrada em fevereiro. Em março, foram
arrecadados R$ 22,7 bilhões e gastos R$ 27,7 bilhões.
Segundo a Previdência, o saldo negativo foi o resultado,
principalmente, do aumento de despesas geradas pelo reajuste do salário
mínimo em janeiro (de R$ 622 para R$ 678) e de pagamentos de benefícios
por incapacidade – responsável pelo gasto de R$ 1,1 bilhão.
No setor urbano, houve saldo positivo de R$ 478,7 milhões, resultado da
arrecadação de R$ 22,2 bilhões e despesas de R$ 21,7 bilhões. No rural,
a arrecadação chegou a R$ 483,5 milhões e os gastos a R$ 6 bilhões –
3,6% a mais do que em março de 2012. Esse deficit, segundo o Ministério
da Previdência Social (MPS), foi o que teve impacto negativo sobre o
saldo do mês.
Em relação aos benefícios, foram pagos mais de 30,1 milhões – dos quais
25,3 milhões foram previdenciários. Os acidentários foram 833,4 mil e
os assistenciais, pouco mais de 4 milhões. O valor médio dos benefícios
pagos em março foi R$ 869,32, menor do que os R$ 901,39 pagos em
fevereiro. A média paga aos segurados, entre janeiro e março, foi R$
904,05.
(Com Agência Brasil)
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