17.5.13

A simplificação da discussão econômica


Esta semana estive na Faculdade de Economia da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e na Faculdade de Jornalismo da Fundação Casper Líbero. Nos dois eventos, discutindo a mesma questão: os rumos do jornalismo econômico e das discussões econômicas pela mídia.
Um dos pontos que chama a questão é a maneira como se desenvolve uma teoria econômica. Primeiro, alguns princípios, novas formas de articular as diversas prioridades. Depois esses princípios se transformam quase em slogans, em objetivos únicos que passam a ser brandidos por jornalistas ou economistas de papel.
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A economia é uma ciência humana, que se baseia em alguns princípios, sim, posto que ciência, mas que permite uma variedade de caminhos alternativos para se atingir o que se pretende seja seu objetivo: o de proporcionar o desenvolvimento sustentável do país, com geração de bem estar para seu povo.
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Em muitos aspectos o organismo econômico é similar ao humano. Um médico jamais poderá analisar uma infecção sem levar em conta o equilíbrio do organismo como um todo. Caso contrário, ministrará altas doses de antibiótico que até poderão conter a infecção, mas comprometerão outros órgãos do paciente.
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O grande desafio da política econômica consiste em administrar questões simultâneas, muitas vezes conflitantes,  Há que se permitir o desenvolvimento da economia, mas sem pressionar a inflação. Há que se controlar a inflação, mas sem comprometer drasticamente o emprego e o crescimento.
E ainda tem que administrar conflitos temporais.  Há que se garantir o bem estar presente, mas sem comprometer a estabilidade futura. Tudo isso exigindo escolhas, gradações. Em geral, a maior ou menor ênfase em determinadas prioridades reflete questões objetivas de interesses de setores influentes.
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É isso que explica análises que enatizam exclusivamente um problema, em detrimento dos demais. Imagina-se sempre a economia com um único problema, que precisa ser atacada com a bala de prata, pouco importando as consequências sobre os demais fatores.
Por exemplo, dia desses, o colunista de um jornal econômico mencionava o grande “equívoco” do Banco Central, ao combater a inflação. O “equívoco” consistia em ter promovido uma desvalorização do real, que passou de R$ 1,70 a R$ 2,00 no ano.
Nas cotações atuais, a produção interna está sendo arrasada pela China. Os últimos indicadores apontam para um crescimento do faturamento da indústria de máquinas, e uma redução da produção. Em outras palavras, cada vez mais o industrial importa equipamentos e revende, em lugar de produzir internamente. Faz isso por não conseguir competir com o importado. Ao mesmo tempo, há uma dinâmica de crescimento do déficit em contas correntes que já induz analistas a prever a próximo crise cambial dentro de dois ou três anos.
O que estaria ocorrendo se o dólar tivesse permanecido em R$ 1,70? O Pibinho de 2012 teria sido negativo. O rombo das contas externas teria sido mais agudo. Provavelmente a esta altura do campeonato, todo o mercado já estaria pressionando o câmbio e, em lugar desse carnaval sobre o tomate, a mídia estaria deblaterando sobre problemas concretos, de perspectivas de crise cambial.
E o que o país teria ganhado com o câmbio em R$ 1,70. Segundo o trabalho mencionado pelo jornalista, a inflação anual teria sido 0,6 ponto menor.
O que assusta é que esse tipo de simplificação permeia toda a discussão jornalística.

14.5.13

Comércio eletrônico terá regras mais rígidas


Entre as obrigações previstas para as vendas feitas por meio da internet está a disponibilização de informações básicas sobre a empresa

Thais Leitão, da 
Cartão de Crédito

Brasília – O advogado carioca Pedro Carvalho, de 38 anos, já perdeu a conta dos problemas que teve ao comprar produtos e serviços pela internet. Em uma das ocasiões, adquiriu diárias em um hotel para as férias da família. Quando chegou a fatura do cartão de crédito veio a surpresa: os dias foram cobrados em dobro.“Aí começou a saga para ter o dinheiro de volta”, contou. A primeira dificuldade, segundo ele, foi encontrar o telefone correto para fazer a reclamação no site em que fez a compra.

“Eles disponibilizavam um número, mas não era do setor correto. Foi uma verdadeira jornada, passando por vários setores, sendo transferido para um e outro atendente, até conseguir fazer a reclamação. Uma situação estressante, que me roubou muito tempo e paciência”, lembrou.

Quando finalmente conseguiu falar com a pessoa que poderia resolver seu problema, foi orientado a enviar um e-mail explicando, novamente, toda a situação. A empresa levou algumas semanas para lhe responder e somente após três meses de espera o dinheiro foi estornado.

Mesmo com as complicações, Carvalho diz que continua comprando pela internet, porque “é mais cômodo e prático, além de, em geral, ser possível garantir os melhores preços já que a pesquisa é mais fácil de ser feita”, disse.
Impulsionados por esses e outros motivos, os consumidores brasileiros têm optado cada vez mais pelas compras no comércio eletrônico e em sites de vendas coletivas.
Dados da Braspag, empresa responsável por integrar todos os meios de pagamento (cartão de crédito, débito, boleto bancário) e consolidar o processo de contas a receber das principais lojas virtuais do Brasil, apontam crescimento de 46% nas transações no varejo online em 2012 na comparação com o ano anterior.
Segundo levantamento do Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec), do Ministério da Justiça, somente no caso de compras coletivas, houve aumento em 2012 de 140% na quantidade de compras feitas, em comparação a 2011. Com o crescimento desse tipo de comércio, aumentou também o nível de insatisfação entre os consumidores.
De acordo com os dados, a queixa que lidera o ranking de reclamações é a demora ou não entrega do produto. Serviço não executado (entrega/instalação/não cumprimento da oferta/contrato), rescisão contratual, venda enganosa e cobrança indevida também aparecem entre as queixas.
Para garantir regras mais claras e rígidas ao comércio eletrônicoe resguardar os direitos básicos do consumidor, entra em vigor hoje (14) o Decreto Federal 7.962/13, que regulamenta o Código de Defesa do Consumidor.
Entre as obrigações previstas para as vendas feitas por meio da internet está a disponibilização, em lugar de fácil visualização, de informações básicas sobre a empresa – como nome, endereço, CNPJ ou CPF.
Com as novas regras, as empresas terão também a obrigação de respeitar o direito de o consumidor se arrepender da compra no prazo de até sete dias úteis, sem a necessidade de que seja apresentada qualquer justificativa.
Nesses casos, a obrigação pela retirada do produto na casa do consumidor e o estorno do valor pago, será da empresa que vendeu o produto.
Os sites destinados à venda de produtos pela internet terão de disponibilizar em suas páginas um canal de serviços para atender o consumidor que facilite o trânsito de reclamações, questionamentos sobre contratos ou mesmo dúvidas sobre o produto adquirido e prevê algumas regras a serem cumpridas por sites de compras coletivas, como informar a quantidade mínima de clientes para conseguir benefícios como preços promocionais.

Itaú Unibanco anuncia a compra da Credicard por R$ 2,8 bilhões

Itaú Unibanco anunciou a compra da Credicard em uma transação de R$ 2,767 bilhões, segundo comunicado ao mercado por meio da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta terça-feira (14).


O valor será pago em dinheiro, segundo o comunicado, e envolve banco Citicard e a Citifinancial, além da marca Credicard, do Citibank.
O Citicard e a Citifinancial (Credicard Financiamentos, com 96 pontos de venda) são as entidades responsáveis pela oferta e distribuição de produtos e serviços financeiros da marca Credicard, principalmente empréstimos pessoais e cartões de crédito, informa o texto. A operação conta com uma carteira de crédito no valor bruto de R$ 7,3 bilhões e com uma base de 4,8 milhões de cartões de crédito.
A conclusão da operação e o efetivo pagamento dependerão da aprovação dos órgãos reguladores competentes.
Citi
O Citi espera que a transação gere um ganho sobre a venda de aproximadamente US$ 300 milhões após os impostos (US$ 0,10 por ação) na conclusão da operação. As atividades de negócios serão refletidas em operações descontinuadas a partir do segundo trimestre de 2013, de acordo com as regras contábeis geralmente usadas nos EUA.
Na semana passada, o banco havia afirmado não haver "qualquer transação ou contrato firmado que justifique a divulgação de Fato Relevante" ao ser questionado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sobre uma possível compra da Credicard.


Segundo o Citi, a transação não inclui cartões corporativos, os portfólios das marcas Citi, Diners, Credicard Platinum (exceto Exclusive), e cartões Credicard American Airlines, que serão migrados para a marca Citi e continuarão sendo administrados pelo Citi. A rede de agências Citibank não será afetada por esta transação.
Segundo o diretor-chefe do Citi América Latina, Francisco Aristeguieta, a transação mostra que o banco busca formas de otimizar os negócios e focar em segmentos específicos nos mercados emergentes, em linha com a estratégia global.
Negociação
Na resposta à CVM, no entanto, o banco informou que "está continuamente analisando potenciais operações que agreguem valor aos nossos acionistas". "O Itaú Unibanco comunicará imediatamente a conclusão de qualquer negociação", diz o texto enviado à autarquia.

Portugal vende apartamento no edifício Dakota para pagar o FMI




NOVA YORK - A crise da dívida soberana também abalou o lendário edifício Dakota, em Nova York, que tem entre os seus privilegiados moradores a viúva de John Lennon, Yoko Ono.
Lennon, que foi assassinado em 1980 na porta do prédio de luxo no Upper West Side, já teve cinco apartamentos no prédio com vista para o Central Park.
Um dos apartamentos do prédio pertenceu ao governo de Portugal. Pertenceu,  pois, como a imprensa local revelou, a propriedade de Nova York acaba de ser vendido por US $ 11,5 milhões.
O apartamento inaugurado em 1884 tem quatro quartos e uma biblioteca e é parte de um conjunto de propriedades que o governo português está vendendo por meio do seu Ministério das Relações Exteriores nos Estados Unidos para equilibrar as contas públicas, sem afetar a área diplomática.
O apartamento fica no sétimo andar do Dakota e suas janelas são voltadas para o parque considerado o pulmão Manhattan. No bairro, o imóvel foi muitas vezes usado para festas e outros eventos públicos da Missão das Nações Unidas.
A propriedade foi comprada há mais de 40 anos por US$ 250.000. Com a venda, o governo português conseguiu multiplicar em 46 vezes o investimento inicial.
Não foi um negócio ruim, mas poderia ter sido bem melhor, não fosse a crise. O imóvel estava à venda desde outubro por US$ 14,5 milhões. O preço foi reduzido para 12,95 milhões.
No fim das contas, o governo teve que aceitar um desconto de 20% para fechar o negócio e, assim, pagar  uma pequena parte do resgate recebido do Fundo Monetário Internacional.
Por causa da crise nos Estados Unidos, os preços de outros apartamentos no mesmo prédio estão baixando o preço. Antes da eclosão da crise financeira, a mesma propriedade poderia ter sido vendida por US$ 20 milhões.

Petrobras pode deixar 'shale gas' com parceiros


LAÍS ALEGRETTI E EDUARDO RODRIGUES - Agencia Estado
BRASÍLIA - A Petrobras pode deixar a operação de campos de gás não convencional, "shale gas" no jargão em inglês do setor, nas mãos de eventuais parceiros que tenham experiência nesse tipo de exploração, admitiu nesta terça-feira a presidente da companhia, Graça Foster. "A gente sempre considera que aquele que sabe mais opera. Então, se a gente encontrar um parceiro com conhecimento, ele opera. Aí, a gente não briga pela operação de forma alguma", disse, após audiência pública no Congresso. "A não ser que a gente já seja um operador numa área que já tenha infraestrutura. Aí, a gente discute operação", ressalvou.
Graça declarou que a Petrobras "entrará firme" no leilão para exploração de blocos de gás não convencional. Trata-se da 12.ª rodada da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), que está prevista para ocorrer em outubro. "Se as estimativas de gás não convencional se confirmarem, teremos competitividade maior de gás em todo o País", disse.
Ela ressaltou que o gás não convencional ainda é um produto incipiente para a empresa. "É lógico que quem começou antes faz melhor. Não é nosso caso. De qualquer forma, eu não tenho dúvidas que produzir gás em terra sairá a um preço mais competitivo que produzir gás no mar", disse. De acordo com Graça, a exploração desses blocos não necessariamente demandará a construção de novos gasodutos, pois o gás poderá ser empregado na geração de energia via termelétricas ou na produção de fertilizantes.
Grupo X
A Petrobras quer contratar serviços no Porto do Açu, do empresário Eike Batista, localizado no Rio, mas não pretende investir lá, segundo a presidente da Petrobras. "Queremos contratar serviços. Não há previsão, nem discussão, de colocação de nenhum dólar no Complexo do Açu", disse. Segundo Graça, a intenção é de fazer contratação nos terminais, se houver preços competitivos. "Temos conversado, sistematicamente, com empresas do Grupo X", afirmou, em referência às companhias de Eike. 

10.5.13

Roberto Azevêdo dará cargo de destaque para a China na OMC

Negociação. Em retribuição ao apoio recebido desde o início, Roberto Azevêdo deve nomear um chinês para ser um de seus quatro vices na Organização Mundial do Comércio; os demais seriam da África (de onde vieram 40 votos), dos Estados Unidos e da Europa.


Roberto Azevêdo deve entregar um dos postos-chave na Organização Mundial do Comércio (OMC) à China, garantindo pela primeira vez um cargo de alto escalão na entidade para Pequim e assegurando a influência dos chineses no futuro desenho das regras do comércio mundial.
A negociação faz parte dos acordos entre Brasil e China para garantir que o maior exportador mundial colocasse todo seu peso em defesa de Azevêdo na eleição. Pragmático, o brasileiro que venceu a eleição para diretor-geral da OMC também distribuirá cargos aos EUA e à Europa, regiões que não votaram nele, mas se comprometeram a não bloquear seu nome. A África, de onde veio mais de um terço dos votos de Azevêdo, também ganhará um cargo.
Na OMC, Azevêdo terá de nomear quatro vice-diretores-gerais que serão responsáveis por determinadas áreas da negociação e da estrutura da organização. Negociadores revelaram ao Estado que Azevêdo já teria informalmente indicado a China, Europa, Estados Unidos e África que eles ocupariam os quatro cargos estratégicos. Oficialmente, não há nada definido.
Há dois dias, questionado pela imprensa chinesa sobre o papel de Pequim na OMC, Azevêdo foi categórico. "A OMC era uma antes da entrada da China e é outra agora." Pequim aderiu à entidade em 2001 e, hoje, é um dos membros mais ativos. Nesse período, se transformou no maior exportador e na segunda maior economia do mundo. Mas também viu uma proliferação de disputas contra suas práticas comerciais, acusadas de violar as regras internacionais.
Para muitos na OMC, os subsídios dados por Pequim a seus setores produtivos são verdadeiros segredos de Estado, potencialmente até mesmo mais distorcivos que a ajuda dada pelos EUA a suas indústrias.
Não é segredo para ninguém que a China, desde que entrou na OMC, buscou uma posição de influência. O atual diretor, o francês Pascal Lamy, não aceitou abrir espaço na cúpula da entidade para um chinês. Em seu segundo mandato, que termina neste ano, Lamy foi pressionado por Pequim para que um dos postos fosse reservado à China. Mas ele se recusou.
Os chineses não hesitaram em apoiar o nome de Azevêdo e, como o Estado revelou em janeiro, bancaram desde os primeiros dias o brasileiro. Em seu melhor estilo, a diplomacia chinesa não deu declarações de força e optou até mesmo por pedir que a cúpula dos Brics não anunciasse um apoio formal ao brasileiro, para não marcá-lo como um nome dos emergentes.
Outro "pagamento" que Azevêdo fará é com a escolha de um diplomata da África subsaariana para outro posto de vice-diretor. O continente teria garantido cerca de 40 votos ao brasileiro e foi decisivo na eleição.
O governo dos EUA vai manter um dos cargos de vice-diretor, posto que lhe é cativo desde a criação da organização. Azevêdo terá um grande desafio: convencer a administração de Barack Obama a voltar a dar atenção à OMC. Entre os europeus, Azevêdo tentará escolher um nome de um dos países que o apoiaram.
O governo nega ter oferecido alguma compensação aos países. A campanha teve mais de 200 cartas enviadas pela presidente Dilma Rousseff a chefes de Estado. Ao lado de Azevêdo, o diretor-geral da Agência Brasileira de Cooperação (ABC), embaixador Fernando Marroni de Abreu, percorreu África, Caribe e América Central. "O Brasil já tem centenas de projetos de cooperação. Não havia condições, não havia expectativa de retorno", afirmou. "Mas é preciso mostrar que um dos valores é a sensibilidade em relação à realidade dos outros."

Preços das passagens aéreas caem 28% neste ano, diz IBGE


Os preços das passagens aéreas acumulam queda de 28,1% no acumulado deste ano até abril, mostram os dados do IPCA (índice oficial de inflação), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Só em abril, a queda foi de 9,12%. No acumulado dos últimos 12 meses (maio de 2012 a abril de 2013), a redução nas tarifas foi de 13,14%.
O corte nos preços é resultado da queda na demanda, afirma o especialista em aviação e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Respício Espírito Santo.
"As empresas estão reduzindo os preços porque as pessoas estão com menos dinheiro no bolso e mais endividadas. Com a redução, elas tentam ocupar os assentos que estão vazios para terem o menor prejuízo possível", diz.
A queda nos preços, diz o especialista, também está relacionada à baixa temporada, que tem início em março e segue até meados de junho. Por isso, para ele, os preços devem cair mais neste mês e no começo do próximo.
Procurada, a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) informou que não se pronunciaria por enquanto sobre o assunto, que seria discutido internamente. A associação considera que a metodologia usada no IPCA pode não ser uma representação fiel da realidade dos preços.
Dados da Agência Nacional de Aviação Civil mostram que a demanda pelo transporte aéreo doméstico teve uma pequena alta em março, 1,14%, na comparação com o mesmo mês do ano passado.
No acumulado de janeiro a março deste ano, a demanda teve queda de 1,19% em relação ao mesmo período de 2012.