4.9.11

Renda maior aumenta gastos com beleza e faz de salão o negócio da vez


Em são Paulo, são lançados mais negócios no setor de beleza do que lanchonetes. Número de salões no país cresceu 78% em cinco anos, diz associação.

Depois de 25 anos trabalhando como funcionária, a manicure Sandra Ribeiro decidiu abrir o seu próprio salão. Juntou as economias que tinha, fez um empréstimo no banco e com a ajuda dos filhos reuniu cerca de R$ 30 mil para mobiliar um imóvel alugado com cadeiras, sofás, espelhos e instrumentos básicos. O local escolhido foi uma garagem no bairro de Perdizes, Zona Oeste de São Paulo, numa rua onde existem outros cinco salões a menos de 100 metros de distância. Mas, segundo ela, o movimento das primeiras semanas do negócio tem mostrado que clientela é o que não falta.

“Tem muito salão, mas também tem muito prédio e muita mulher dentro de cada prédio”, diz a empreendedora, que agora virou patroa de duas funcionárias e já chega a atender 15 clientes por dia. “Os primeiros dias foram difíceis. No primeiro, atendi um único cliente. No segundo, foram dois, e depois foi aumentando. Estou tendo que conquistar uma nova clientela. Mas está melhor do que imaginei e acho que foi a melhor coisa que eu fiz”, completa.



Como Sandra, muitos outros empreendedores têm apostado alto na vaidade do brasileiro, e ajudado a impulsionar o crescimento do setor de serviços do país, que se destaca no crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. No segundo trimestre deste ano, os números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que os serviços tiveram expansão de 0,8%, a maior entre os setores da economia.

Dados da Junta Comercial mostram que na cidade de São Paulo o número de registros em cartório de novos estabelecimentos ligados ao setor de beleza já supera, por exemplo, o de lanchonetes e estabelecimentos similares como casas de chá e de sucos.

Entre janeiro e julho deste ano, foram abertas em São Paulo 2.445 empresas de serviços relacionados à beleza, uma alta de 85% em relação ao número de registros no mesmo período do ano passado (1.317). Já o número de abertura de lanchonetes e similares subiu de 1.705 em 2010 para 1.989 em 2011 (alta de 12,5%). Segundo os dados da Junta, existem em atividade na cidade 10.123 estabelecimentos ligados à beleza e 40.552 lanchonetes.

No país, o número de salões de beleza cresceu 78% em cinco anos, de 309 mil, em 2005, para 550 mil, em 2010, segundo levantamento da Associação Nacional do Comércio de Artigos de Higiene Pessoal e Beleza (Anabel).

Parte do crescimento se deve ao incentivo à formalização pelo programa federal que criou a figura jurídica do Empreendedor Individual para negócios com receita bruta anual de até R$ 36 mil. Com burocracia reduzida e menores alíquotas, o programa tem facilitado a legalização e o registro no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), o que faz com que muitos desses pequenos estabelecimentos passem tanto a emitir nota fiscal como a ter acesso a financiamentos, além de garantir a cobertura da Previdência Social.

Segundo dados do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o número de empreendedores individuais formalizados já soma 1,5 milhão no país. Desse total, os cabeleireiros ocupam o 2º lugar na lista das principais ocupações, com 7,6% do total de registros - percentual inferior apenas ao de empreendedores ligados ao comércio de vestuário e acessórios (10,5%). Somados todos os cabeleireiros que aderiram ao programa e os profissionais de atividades de estética e beleza, o número passa de 146 mil empreendedores, correspondendo a quase 10% de todos os registros.


Classe C lidera alta de gasto com beleza

O aumento dos gastos dos brasileiros com beleza talvez seja a principal razão para o aumento do número de salões. Pesquisa do Instituto Data Popular mostra que as despesas com higiene e cuidados pessoais saltaram 388% em oito anos, de R$ 8,9 bilhões em 2002 para R$ 43,4 bilhões em 2010. Segundo o levantamento, a classe C (famílias que ganham entre três e 10 salários mínimos) liderou a alta, respondendo por 45,64% dos gastos (Veja quadro ao lado).

Estudo da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) mostra que os gastos dos brasileiros com serviços de cabeleireiros cresceram 44% em seis anos, movimentando por mês mais de R$ 1 bilhão, praticamente o mesmo valor consumido pelas famílias com frango.

Dados do Euromonitor de 2010 mostram que o país é o terceiro maior mercado de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e do Japão. Na venda de desodorante, produtos infantis e perfumaria o Brasil já é o maior mercado mundial.

Segundo a Indústria Brasileira de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec), as 1.659 empresas que atuam no mercado faturaram em 2010 R$ 27,3 bilhões, uma alta de 11,8% em relação a 2009.

Mudanças de hábito
Para Renato Meirelles, sócio-diretor do Data Popular, a elevação dos gastos com beleza está diretamente ligada ao aumento do poder aquisitivo das classes mais baixas e, principalmente, à maior presença da mulher no mercado de trabalho. “Ao sair do bairro para trabalhar, a mulher passa a investir mais nela mesma e tem uma desculpa racional para gastar mais com vaidade”, afirma.

Segundo levantamento do instituto, o número de mulheres com carteira assinada subiu 53,4%, em 9 anos, passando de 9,5 milhões, em 2002, para 14,7 milhões, em 2011.

A indústria também teve mudanças. Meirelles afirma que o número de opções e de variações do mesmo tipo de produtos praticamente triplicou nos últimos nove anos. "Já foi o tempo em que só havia três tipos de shampoo: para cabelos secos, oleosos e normais", diz.

De acordo com Luciane Beltran, diretora da Beauty Fair, maior feira de cosméticos e beleza do país, que acontece neste mês em São Paulo, as empresas passaram a investir mais em lançamentos e em inovações para todos os biótipos e classes sociais.

“De item de desejo, a beleza passou a fazer parte da cesta de consumo básico das pessoas e é um mercado que não depende de crédito, pois vive da própria renda dos brasileiros”, afirma Luciane. Ela também destaca que as pessoas vão cada vez mais cedo ao salão e com mais frequência. “Se antes as mulheres começavam a ir ao salão aos 17, 18 anos, ou quando precisavam se preparar para uma ocasião especial, hoje meninas de 10, 11 anos já vão para os salões com as mães simplesmente para se manterem bonitas”, acrescenta.

Para os representantes do setor, ainda há espaço para o mercado de beleza crescer ainda mais no país. “Novas categorias são lançadas a toda hora e há uma série de produtos cuja penetração ainda é pequena entre os consumidores”, diz Meirelles. Entre os itens ainda com baixa penetração ele cita o protetor solar, os cremes corporais e os produtos de maquiagem.

“Outro mercado que ainda está começando no Brasil é o de produtos para homens”, acrescenta Luciane. Ela destaca que o de produtos voltados para o público masculino cresceu 9% no país em 2010. “Aos poucos está sendo deixado para trás o tabu de que cosmético é coisa só para mulher”, garante.

Investimento classe A
Para quem já está acostumada aos salões, o setor de beleza também tem oferecido novos mimos. A uma quadra de distância do salão de Sandra, por exemplo, a empresária Gabriela da Matta, mulher do ex-jogador do São Paulo, Rodrigo Souto, inaugurou há pouco mais de um mês o Celebrité, híbrido de salão de beleza, spa urbano e espaço cultural, instalado num prédio de três andares, com área de 500m2, incluindo jardim de inverno, sala VIP para reuniões de amigas e festas, prateleira de livros para leitura, área de recreação para crianças e espaço gourmet com piano de cauda na entrada.

“Pensamos em diferenciais para desassociar a beleza da ideia de futilidade e de que se perde tempo em salão”, diz Mariana Barganian, idealizadora do espaço. “Nosso público alvo são mulheres da classe A, geralmente a partir de 28 anos, que já são mães e que buscam conforto, qualidade e também querem status”, explica.


fonte: http://g1.globo.com/economia/pme/noticia/2011/09/renda-maior-aumenta-gastos-com-beleza-e-faz-de-salao-o-negocio-da-vez.html?utm_source=g1&utm_medium=email&utm_campaign=sharethis

Lagarde adverte risco de nova recessão global "iminente"

A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, adverte sobre o risco de que a economia mundial volte a entrar em recessão de forma "iminente", em entrevista publicada neste domingo na revista alemã "Der Spiegel".

Assim como os temores expressados recentemente pelo diretor do Banco Mundial, Robert Zoellick, Lagarde declara que o risco de um novo revés econômico em escala global existe, mas que ainda é possível evitá-lo, embora a capacidade de atuação seja agora menor do que dois anos atrás.

"Ainda podemos evitar. As opções dos Governos e dos bancos centrais são menores do que em 2009 porque já dispararam grande parte de sua pólvora. Mas se os diferentes Governos, as organizações internacionais e os bancos centrais colaborarem, conseguiremos evitar a recessão", argumenta Lagarde.

Por isso, a diretora-gerente do FMI, que acedeu ao posto em julho passado, insta aos países mais afetados pela crise a implementar medidas que fomentem a economia estatal e o crescimento econômico, com o objetivo de "evitar uma iminente espiral descendente".

Na Europa, concretamente, Lagarde recomenda às nações mais castigadas pela crise da dívida que elevem o capital próprio de seus bancos para reforçá-los.

"Em geral, vemos necessidade de que os bancos europeus sejam recapitalizados para que sejam suficientemente fortes para suportar os riscos derivados da crise da dívida e do frágil crescimento", diz.

Analistas do FMI assinalaram recentemente em relatório que ao setor financeiro europeu faltavam 200 bilhões de euros nos balanços de suas contas.

"A insegura situação econômica e a crise da dívida estatal minaram a credibilidade dos bancos", acrescenta Lagarde, ex-ministra das Finanças francesa.

A diretora-gerente do FMI evita posicionar-se a respeito da situação financeira concreta da Grécia e Itália, mas consideram "dignas de aplauso" as reformas estipuladas em 21 de julho em Bruxelas, entre as quais destaca a flexibilização do fundo de resgate europeu.

Sobre os Estados Unidos, Lagarde declara que sua economia sofre de "problema de confiança" e com relação à Alemanha, adverte sobre os efeitos de um possível esfriamento da demanda externa, apesar da atual saúde de suas contas públicas e seu notável crescimento econômico.

fonte: http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2011/09/04/lagarde-adverte-risco-de-nova-recessao-global-iminente.jhtm

3.9.11

Mais uma vez o Governo do Estado corta verbas das UEBA`s

A Reitoria da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) emitiu, nesta sexta-feira (2), nota pública sobre o orçamento e as finanças da Instituição para 2012, considerando a redução na cota de custeio e de investimento em mais de R$ 6 milhões em relação a 2011, conforme foi informado pela Secretaria de Educação do Estado.

Na nota, a Reitoria revela que não houve discussão prévia e aponta impossibilidade de atendimento das demandas no próximo ano. Devido a isso, buscará negociação com o Governo do Estado para recomposição do orçamento.

Confira a íntegra do documento:

Nota Pública

A Administração da Universidade Estadual de Feira de Santana, considerando a gravidade do cenário orçamentário e financeiro da Instituição para o ano de 2012, sente-se na obrigação de informar à comunidade universitária e à comunidade externa sobre a conjuntura que ora se apresenta.

Ao tomar conhecimento, em 17/08/2011, da cota orçamentária de 2012 para as Universidades Estaduais da Bahia, a administração da UEFS, com surpresa, constatou uma drástica redução na cota de custeio e investimento, da ordem de R$ 6.631.082,00 em relação ao orçamento de 2011.

A cota orçamentária de 2012 das Universidades Estaduais Baianas foi informada pela Secretaria de Educação - SEC, sem qualquer discussão prévia sobre as necessidades das Universidades.

Na distribuição de dotação orçamentária apontada pela SEC às Universidades Estaduais Baianas há um incremento total de 11,23%, conservando o percentual de 4,874% da receita corrente líquida, passando de R$ 725.607.798,00 em 2011 para R$ 806.674.121,00 em 2012.

A parcela total destinada à UEFS passou de R$ 159.474.082,00 para R$ 177.388.000,00. Este aumento, porém, está fortemente concentrado na cota inicial de pessoal, na qual a UEFS não tem qualquer governança, passando de R$114.771.000,00 no ano de 2011 para 139.316.000,00 no ano de 2012, num acréscimo de 21,39%.

A cota de custeio e investimento (manutenção, atividades finalísticas, projetos e obras) passou de R$ 44.703.082,00 em 2011 para R$ 38.072.000,00, uma redução de R$ 6.631.082,00, ou seja, 14,83%, resultando num quadro de difícil sustentabilidade em face do grande número de demandas já há muito contingenciadas. Neste quadro, a UEFS, mesmo mantendo os gastos com manutenção e atividades finalísticas nos níveis de 2011, teria que reduzir praticamente a “zero” os investimentos em projetos, obras e reparações.

Nas outras universidades estaduais da Bahia também ocorreram, em diferentes níveis, reduções na cota de investimento e custeio. Na tentativa de reverter o quadro, o Fórum dos Reitores das Universidades Estaduais fez gestões imediatas junto à Secretaria de Educação, sem sucesso, pois o orçamento foi mantido e, de forma unilateral, implantado no sistema orçamentário do Estado. Em reunião solicitada pelos Reitores, no dia 25/08/2011, da qual participaram os Secretários da Educação, Administração, Planejamento e Relações Institucionais foi novamente mantida a mesma cota do orçamento.

A UEFS está cônscia da impossibilidade de atendimento das suas demandas no ano de 2012 com o quadro orçamentário proposto e buscará, de todas as maneiras, manter permanente interlocução junto ao Governo do Estado na busca da recomposição do orçamento.

Feira de Santana, 02 de setembro de 2011

Reitoria da UEFS

Fonte: www.uefs.br

2.9.11

Alta do PIB em 2011 deve ficar 'mais para 4% que para 4,5%', diz Mantega

Economia brasileira cresceu 0,8% no segundo trimestre, disse IBGE.
Desaceleração já era esperada pelo governo, segundo o ministro.


O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta sexta-feira (2) acreditar que a economia brasileira está "caminhando" para terminar 2011 com um crescimento do Produto Interno Bruto Brasileiro (PIB) mais próximo de 4% que de 4,5%, como projeta o Ministério.

Embora não tenha alterado a projeção oficial do governo, Mantega antecipou sua percepção de que a piora do cenário econômico internacional deverá puxar para baixo o ritmo de crescimento da economia brasileira.

"A impressão é que deveremos ter um crescimento em 2011 mais para 4% do que 4,5%", disse ele durante entrevista concedida em São Paulo para comentar os números do PIB, divulgados nesta sexta-feira (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

"A gente nunca tem certeza, portanto o governo procura manter suas projeções até ter certeza que elas foram alteradas. Mas, pelo desempenho da economia neste período, a impressão é que nós deveremos ter um crescimento em 2011 mais para 4% do que 4,5%."

De acordo com o ministro, a indicação é dada pelos dados do segundo trimestre, divulgados mais cedo pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que mostraram um crescimento de 0,8% no período, abaixo da expansão de 1,2% verificada no trimestre anterior, e pelos dados que o governo já tem sobre o crescimento do terceiro trimestre.

Na semana passada, Mantega já havia admitido que que o crescimento da economia brasileira pode ser menor neste ano. Até o momento, ele vinha prevendo uma taxa de expansão de pelo menos 4,5% para o PIB de 2011. Durante audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal, porém, ele admitiu que o crescimento pode ficar em 4%, mas não abaixo disso.

De acordo com o ministro, a desaceleração do PIB no segundo trimestre já era esperada pelo governo, que vem tomando medidas para conter o crescimento da economia e evitar o descontrole da inflação.

"Aumento de juros, compulsório, IOF, corte de gastos fiscais, tudo isso contribiu para essa desaceleração da ecoonomia brasileira. É natural que essa desaceleração contribui para o controle da inflação", afirmou.

Nesse cenário, Mantega diz que "estarão dadas" as condições para uma queda maior da taxa de juros: "até o final do ano não tenho a menor ideia, mas nos próximos dois anos, ou três anos, médio prazo, as condições estarão dadas para que as taxas de juros continuem caindo. Condições fiscais. E nós vamos continuar fazendo uma política fiscal sólida, rigorosa, contendo gastos de custeio, isso é importante. Isso não é uma promessa, isso já está acontecendo, já estamos fazendo isso"

Ele previu, no entanto, que a economia brasileira tenha crescimento próximo de 0,8% no terceiro trimestre e volte a crescer mais no quarto, impulsionada pelo aquecimento tradicional de fim de ano motivado principalmente pelo pagamento do 13º salário aos trabalhadores .

“A economia nesse momento deu uma desacelerada. Acredito que no terceiro trimestre ela vá ficar próxima desse patamar que tivemos no segundo trimestre, e depois no quarto trimestre esperamos uma aceleração da economia”, afirmou.

Fazenda X BC
Mantega reconheceu que as projeções do BC e da Fazenda para a economia são diferentes. “Estamos falando de projeções e se você olhar as projeções de todas as agências e analistas, cada um tem uma projeção diferente. Nunca ninguém acerta com rigor", afirmou.

"Isso é normal e as equipes vão ajustando as previsões de acordo com a realidade. A Fazenda demora um tempo maior para fazer essa adaptação. Até mesmo porque quando a gente trabalhacom número de PIB ele vai também para o orçamento, determina a loiberação de recursos ou não, implica na previsão de arrecadação", disse Mantega. "O BC é um pouco mais pessimista que a Fazenda, mas de modo geral nós concordamos que o cenário internacional tende a puxar as economias para baixo. O crescimento da economia mundial será menor, quanto a isso não resta dúvida".

'Vazamento'
Mantega apontou que houve uma alta expressiva das exportações brasileiras no segundo trimestre, de 2,3% frente ao trimestre anterior, mas que foi superado pelo crescimento das importações, de 6,1%. Essa diferença, segundo ele, mostra que o crescimento do Brasil está "vazando" para o exterior.

"Está havendo um vazamento do crescimento brasileiro para o exterior. Uma parte do nosso crescimento está sendo atendido pelas importações. Se não fosse esse vazamento, o PIB brasileiro teria sido maior no segundo trimestre", afirmou.